A esquizofrenia é uma condição de saúde mental que afeta o modo como a pessoa percebe a realidade, podendo causar confusão nos pensamentos, alterações no comportamento e dificuldades no convívio social e profissional.
Ela não é tão comum — afeta cerca de 1% da população —, e embora seja considerada um transtorno mais complexo, há tratamento e controle.
Com acompanhamento adequado, uso correto de medicamentos e apoio terapêutico, muitas pessoas com esquizofrenia conseguem levar uma vida mais estável, com menos crises e mais autonomia no dia a dia.
Para entender os sintomas e o melhor tratamento, continue lendo o artigo.
O tratamento requer uma abordagem detalhada feita por um psiquiatra.
Nesse contexto, a Dra. Thalita Fernandes (CRM 77884), se destaca como uma referência neste tratamento em Belo Horizonte.
Dra. Thalita Fernandes tem 7 anos de experiência e é especialista em Saúde Mental e pós-graduada pela IPEMED de Minas Gerais, uma das mais respeitadas instituições para a formação de psiquiatras no Brasil.



A esquizofrenia costuma surgir na adolescência ou no início da vida adulta, geralmente entre os 15 e 35 anos.
Mas, ao contrário do que muitos pensam, os primeiros sinais nem sempre são alucinações ou delírios.
Na verdade, o transtorno costuma começar de forma mais sutil, com mudanças no comportamento e no convívio social. A pessoa pode passar a se isolar, parecer mais “fechada”, “diferente” ou “desligada”, o que muitas vezes é interpretado apenas como uma fase.
Com o tempo, esses sinais podem evoluir para sintomas como:
Esses sintomas podem variar muito de pessoa para pessoa, e nem todos aparecem ao mesmo tempo.
Por isso, prestar atenção e procurar um especialista diante de mudanças comportamentais é essencial — quanto mais cedo o cuidado começa, maiores as chances de estabilidade e qualidade de vida.
Existem diversos tipos de tratamentos disponíveis para este transtorno, e é importante encontrar o que melhor se adequa às necessidades individuais de cada pessoa.
Aqui estão alguns dos tratamentos mais indicados pela Dra. Thalita:
É importante buscar a orientação de um profissional de saúde mental para encontrar o tratamento mais adequado.